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VII Simpósio Anual da Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB).

Pela primeira vez em Brasília, com atividades para pacientes/familiares e estudantes/profissionais.
Valores de inscrição reduzidos para os primeiros lotes.As palestras estão ótimas! São só sobre temas de Transtorno Bipolar!Tem vários especialistas sobre o Transtorno bipolar!Corra e faça a sua inscrição preço especial pro primeiro lote para portadores e familiares por 40,00 reais, esse preço é para inscrição realizada até dia 20/10.Confira a programação no site!Contamos com a presença de vocês!
Mais informações  e inscrição pelo site:www.abtbipolar.com






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IX Encontro Piscicoeducacional do APTA DF


IX Encontro Psicoeducacional
APTA DF
22 de novembro de 2014
Auditório da Faculdade de Tecnologia - FT - UnB - Brasília/DF
às 14h30min

Tema: Transtornos Afetivos do Humor e as relações com o Trabalho 





O evento é gratuito. Qualquer pessoa pode participar. Não precisa de inscrição, mas o espaço é limitado, por isso recomendamos que chegue no horário.


Mais informações do APTA: http://apta-df.blogspot.com.br/
                                             apta.apta@gmail.com

VII Encontro Piscico Educacional APTA para Familiares e Portadores dos Transtornos Afetivos

VII Encontro Piscico Educacional  APTA PARA Familiares e Portadores dos Transtornos Afetivos
Em Brasília  sábado dia 23 de junho  as 14.30 h
Local: Universidade de Brasília – Faculdade de medicina – Auditório 3
Inscrições: apta.apta@gmail.com
Fone: (61) 3107- 1978
O evento é gratuito.
Tema do encontro: As relações familiares e a estruturação dos afetos.
A importância da família no tratamento.
Programação no cartaz abaixo.



Grupo da UnB auxilia pessoas que sofrem com o transtorno afetivo bipolar


Quando o então presidente em exercício, Ulysses Guimarães, desceu a rampa do Palácio do Planalto margeada por dezenas de Dragões da Independência, em uma manhã de 1987, e resolveu apertar a mão dos soldados, um por um, os assessores logo perceberam que o deputado estava entrando em um novo surto de euforia. Eles sabiam também que, mais tarde, quando se trancasse no gabinete para despachar, teria mais uma crise de depressão.
  A alternância dos dois tipos de comportamento, observada nesse que foi um dos políticos mais expressivos do país, caracteriza o que hoje a psiquiatria chama de transtorno afetivo bipolar (TB). O problema já foi conhecido como psicose maníaco-depressiva, termo banido dos manuais médicos por conter um grave equívoco: o paciente bipolar não tem psicose. Ulysses Guimarães era uma prova disso, assim como outras pessoas, famosas ou não, que convivem com o transtorno e levam uma vida normal.
                                                                     Antônio Carlos Firmino

 Em Brasília, um grupo de portadores de TB, familiares, profissionais de saúde, parentes e amigos mostra que é possível conduzir a vida em sintonia com a superação, a partir do controle dos surtos — por meio de terapias, medicações e troca de experiência. O Apta (sigla para Associação de Pacientes de Transtornos Afetivos) é um grupo de acolhimento que funciona na Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) uma vez por semana e é baseado no princípio da solidariedade. “Trata-se de um espaço onde as pessoas podem compartilhar seus problemas”, resume a psiquiatra Maria das Graças de Oliveira, uma das fundadoras da entidade.
“No grupo, o que importa é a troca de experiências. Ninguém é obrigado a participar, as pessoas vão às reuniões se quiserem. A ideia é não dar conselhos, mas aprender a ouvir”, explica a professora da UnB. O Apta foi fundado em 2009, por sugestão de um dos membros do grupo, o economista Antônio Carlos Firmino, 64 anos, servidor do Ministério dos Transportes que trouxe para Brasília um modelo existente em São Paulo — a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata).
Segundo Firmino, o bipolar precisa sempre de uma referência, um ponto de apoio além dos remédios e das terapias. “Ouvir faz bem, muito mais do que falar, e a companhia das pessoas é muito importante. Do grupo, levamos um aprendizado para a sociedade, que ainda nos discrimina.” De acordo com ele, o convívio social é tão fundamental quanto seguir as orientações médicas e fazer terapia.
“Nossas vidas serão assim por todo o tempo, mas não quer dizer que somos limitados. Mas temos de tomar cuidado com as crises e procurar sempre a ajuda de um médico. Eu, de minha parte, aprendi a pressentir quando vou entrar em depressão”, ensina o homem que um dia, em um dos surtos de euforia, comprou um casal de coelhos na rua, com 12 filhotes, e deu à mulher de presente. Foi o bastante para mais um momento doméstico conturbado.

Em outro momento de crise, Firmino, que foi aluno na USP do ex-ministro do Planejamento João Sayad, interrompeu a aula para questionar os argumentos do professor. Na mesma batida, o ex-presidente do Banco Central, Ibrahim Eris, também professor de economia da USP, foi vítima da desenvoltura excessiva do aluno: “Chamei ele de símio, bem alto, na frente de todo mundo, sem motivo algum”, lembra, rindo. Depois da aula, Eris e Firmino conversaram sobre outras coisas e ficaram amigos.

Ignorância e estigma

A presença da promotora de Justiça Lúcia Helena Barbosa de Oliveira nas reuniões semanais do Apta e nos encontros psicoeducativos, bimestrais, é uma prova do perfil eclético do grupo de acolhimento. Ela não é bipolar, mas se tornou uma referência entre os frequentadores e profissionais da saúde em termos de apoio, diálogo, solidariedade e participação ativa nos debates sobre a estruturação da entidade. Doutora com tese em direito do consumidor sobre resolução de conflitos judiciais, Lúcia diz que se inspirou em uma agenda feminista e em princípios humanistas em que “o outro seja sempre o centro do diálogo”.
Lúcia Helena afirma que, embora da área jurídica, a sua tese tem tudo a ver com a filosofia do Apta. “Partimos do princípio de que o olhar do outro pode adoecer e pode ser curativo.” Sobre o Apta, a promotora analisa que o grupo é uma alternativa de encontro fundamental para os bipolares. “Além das medicações e das terapias, vemos o grupo como a terceira via de apoio psicossocial, e isso é imprescindível.” A promotora conheceu o Apta no ano de sua fundação, ao levar ao grupo uma amiga que tem o transtorno. “Mas ela desistiu e eu continuei”, afirma, sorrindo.

De acordo com a psiquiatra Maria das Graças, um dos objetivos da instituição é combater a ignorância, “que é prima do preconceito”, e levar conhecimento à sociedade sobre o TB. “Queremos desmistificar essa aura dramática da bipolaridade e mostrar que esses transtornos têm tratamento.” Segundo a psiquiatra, o transtorno bipolar é o preço que alguns pagam por se tornarem criativos (leia mais nesta página). “Temos gente brilhante no grupo, de alto valor ético. São pessoas muito especiais que sofrem com o preconceito da sociedade”, destaca a médica.
Para Antônio Carlos Firmino, que foi peça fundamental na elaboração da atual Lei dos Portos, o bipolar é muito sensível e tem a desvantagem de ter a maioria das crises em público. “Não tem jeito, se não tratar, se não aprender a pressentir as crises de depressão ou de mania, o indivíduo estará exposto, perde o senso do ridículo e do perigo e põe a vida dele e a dos outros em risco. Mas isso não significa que não se possa, com ajuda, levar uma vida normal”, ensina o economista, que se sente feliz por ter encerrado, com terapias e medicamentos, o ciclo de surtos de euforia e de mania. “Tenho uma depressão leve, e logo que a pressinto, corro para o médico.”
Lúcia Helena não sofre com o transtorno, mas participa das reuniões do Apta: combate ao preconceito


                                                        Lúcia Helena
Fator hereditário

O transtorno afetivo bipolar é caracterizado por alterações de humor que se manifestam como episódios depressivos alternando-se com episódios de euforia (também denominados de mania), em diversos graus de intensidade. Pesquisas indicam que pelo menos 1% da população mundial apresenta o distúrbio. Outros estudos mostram que a participação genética no desenvolvimento da doença varia numa faixa de 70% a 80%. Uma morte, uma perda importante sentimental ou um acidente, entre outros episódios, podem ser os gatilhos do TB.

Carine Tavares

Correio Brasiliense  Publicação: 13/12/2011


Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/12/13/interna_ciencia_saude,282626/grupo-da-unb-auxilia-pessoas-que-sofrem-com-o-transtorno-afetivo-bipolar.shtml

VI APTA - A importância do apoio familiar no tratamento Psiquiátrico dos Transtornos do Humor

VI Encontro Psicoeducacional APTA
tema:A importância do apoio familiar no tratamento Psiquiátrico dos Transtornos do Humor

 A APTA (Núcleo de Mútua Ajuda a Pessoas com Transtornos Afetivos) convida os interessados a participar do VI Encontro Psicoeducacional para Familiares, Amigos e Pessoas com Transtornos do Humor (depressão e transtorno bipolar), cujo tema será “A importância do apoio da família”.
As inscrições são gratuitas e a presença deve ser confirmada enviando-se os nomes dos interessados a apta.apta@gmail.com, ou ligando em horário comercial para (61)33072522.
O evento acontecerá em Brasília no dia 07/05/11 às 14h30 no auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB.

As inscrições poderão ser feitas no dia do evento, caso ainda haja lugares disponíveis ou desistência de pré-inscritos



O APTA é uma sociedade civil sem fins lucrativos, consolidada no mútuo apoio solidário às pessoas com transtornos afetivos, seus familiares, profissionais da área de saúde e cidadãos interessados, com a finalidade de promover a saúde mental, sem quaisquer tipos de discriminação.Tendo sede na Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília.

APTA

Acontece em Brasília ..      
 V Encontro Psicoeducacional APTA





V Encontro Psicoeducacional APTA
tema: Os Transtornos Afetivos na Mulher

A APTA (Núcleo de Mútua Ajuda a Pessoas com Transtornos Afetivos) convida os interessados a participar do V Encontro Psicoeducacional para Familiares, Amigos e Pessoas com Transtornos do Humor (depressão e transtorno bipolar), cujo tema será “Transtornos Afetivos na Mulher”.

As inscrições são gratuitas e a presença deve ser confirmada enviando-se os nomes dos interessados a apta.apta@gmail.com, ou ligando em horário comercial para (61)33072522.

O evento acontecerá no dia 15/05/10 às 14h30 no auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB.
As inscrições poderão ser feitas no dia do evento, caso ainda haja lugares disponíveis ou desistência de pré-inscritos.

Um pouco sobre o APTA:

1.O que é a APTA?

O APTA é uma sociedade civil sem fins lucrativos, consolidada no mútuo apoio solidário às pessoas com transtornos afetivos, seus familiares, profissionais da área de saúde e cidadãos interessados, com a finalidade de promover a saúde mental, sem quaisquer tipos de discriminação.
Tendo  sede na Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, contando com o apoio da Disciplina de Psiquiatria (coordenada pela Profa Dra Maria das Graças de Oliveira, MD e PhD).

2.Quem pode fazer parte da APTA?

A APTA é uma associação(Núcleo de Mútua Ajuda a Pessoas com Transtornos Afetivos) é composto por pessoas que prestam serviço voluntário, contém diversos tipos de associados, pessoas  portadoras de trasntorno bipolar, familiares, amigos, profissionais da área de saúde, estudantes. Ou seja, qualquer pessoa interessada em participar como voluntária pode-se escrever e ajudar de alguma forma.

3.Como a APTA se mantém?

A APTA é uma sociedade civil sem fins lucrativos, consolidada no mútuo apoio solidário às pessoas. O serviço prestado e de forma voluntaria. A APTA não obriga a seus associados a contribuir financeiramente, contribui quem puder ajudar. A associação será mantida com os recursos advindos das contribuições dos associados ou de terceiros, rendas diversas, donativos, doações ou qualquer outro auxílio recebido.

4.Quais são os objetivos do APTA ?
  • Formar e orientar Grupos de Mútua Ajuda;
  • Promover orientação e conscientização das pessoas com transtornos afetivos, familiares, profissionais de saúde mental e a sociedade como um todo, sobre a natureza e o tratamento dos transtornos afetivos;
  • Promover a realização de pesquisa na área de saúde mental;
  • Lutar para a observância dos direitos da pessoa com transtorno afetivo perante o Estado e a sociedade;
  • Realizar, periodicamente, eventos sobre saúde mental, em especial para as pessoas com transtornos afetivos, entre outros.
5.Como é o funcionamento, os Encontro do APTA?

Reuniões periódicas - sábados à tarde na Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília – UnB.
A APTA já realizou 4 encontros, sendo o 1º em novembro de2008, depois outros três em 2009 e agora um V encontro em 15/05 de 2010. Sendo cada Encontro diferente um do outro, cada um com um tema específico e assuntos abordados.

 breve história das origens do APTA:

O idealizador e fundador do APTA é o Antonio Carlos Firmino que é portador do transtorno bipolar trata há bastante tempo do transtorno.

No 1º encontro do APTA em 2008 Firmino contou na palestra como a idéia do APTA surgiu:
"Ha um tempo atrás, a mais ou menos 5 anos , um pequeno grupo de portadores de transtornos de humor passou a se reunir para conversar sobre os seus problemas comuns, suas depressões, suas euforias, suas agonias ou seus êxtases. Num primeiro momento, sob minha liderança e do colega José Alberto. Aí tivemos o apoio muito importante do Dr. Minoro Yano, ao qual deixamos nosso registro de agradecimento..

..Numa terceira fase, num grupo ainda pequeno, passamos a contar com a solidariedade da Dra. Maria das Graças de Oliveira e da Psicóloga Marilda Lemos. O Grupo então tomou o nome de APTA – Núcleo de Ajuda Mútua a Transtornos Afetivos, partir de uma concepção simplificada da Associação Brasileira de Portadores de Transtornos Afetivos – ABRATA. "

Ou seja, o APTA começou como um pequeno grupo de amigos bipolares, que se reuniam para trocar suas experiências.
Uma idéia que começou pequena como uma semente e que hoje já se transformou em vários frutos, e que está crescendo cada vez mais.



Contatos da APTA:
Núcleo de Apoio a Pessoas com Transtornos Afetivos

apta.apta@gmail.com

fone: (61) 33072522 (horário comercial)