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Palestra com Anderson Pires sobre o Transtorno Bipolar!

Excelente Palestra com Anderson Pires sobre o Transtorno bipolar!!

Anderson Pires é professor de yoga, Palestrante, escritor e autor do livro: BIPOLARIDADE - Sintomas - Convivência - Equilíbrio.  Na Palestra ele conta um pouco da sua história de vida e da sua experiência com o Transtorno Bipolar, o que ele fez para aprender a lidar com a doença e para ficar em equilíbrio, pois há quase 20 anos não tem crise.


Inclusive pessoal eu tenho o livro do Anderson é excelente! super. recomendo! 







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A TV UNB fala sobre o Transtorno Bipolar


Transtorno Bipolar! Entrevista na TV UNB. Alba fala da sua experiência com o Transtorno Bipolar e também fala do grupo APTA. O Apta é uma Associação - Núcleo de mútuo Ajuda às pessoas com transtornos Afetivos do Distrito Federal.
O APTA tem um grupo de acolhimento que se reúne todos os sábados na UNB.
Mais informações:
http://apta-df.blogspot.com.br/

Segue a entrevista da Alba que fala da sua experiência e como superou a doença e aprendeu a viver com o transtorno bipolar



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Canal Saúde - Reportagem sobre Transtorno Bipolar e entrevista com Viviane Vaz


Canal Saúde - Tema Transtorno Bipolar, abril de 2015 

O Canal Saúde fez um programa especial sobre o Transtorno Bipolar do Humor, na reportagem é entrevistado o Professor da UFRJ e Psiquiatra Elie Cheniaux no qual explica bastante sobre o Transtorno Bipolar. No programa também é entrevistado o  Psiquiatra e Professor da UNB  Gabriel Graça no qual fala da importância do Grupo de apoio a bipolares e Familiares e do Grupo e de Tratamento em Brasilia. E por fim é entrevistada a portadora e autora desse blog, Viviane Vaz, a qual fala um pouco da sua bipolaridade e de como aprendeu a lidar e conviver com a doença. 

Segue abaixo o vídeo da reportagem:
Canal Fio Cruz Transtorno-bipolar




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Atriz Americana fala da sua Bipolaridade

Linda Hamilton é atriz americana e ex-esposa de James Cameron, diretor de Avatar e da série o Exterminador do Futuro.

Veja Aqui Linda Hamilton no Exterminador do Futuro 2

Nessa entrevista, ela conta como o distúrbio bipolar afetou sua vida pessoal e profissional e fala de sua difícil recuperação

Nos anos 80, a atriz americana Linda Hamilton alcançou o estrelato como a protagonista da série cinematográfica O Exterminador do Futuro. No segundo filme, para espanto dos espectadores, ela surgiu com um corpo musculoso obtido à custa de treinamentos que lhe consumiam seis horas por dia. Mais do que fruto da preparação para o papel da obstinada personagem Sarah Connor, que combatia andróides enviados do futuro para matar seu filho, a forma física de Linda era uma das facetas de um distúrbio bipolar não diagnosticado.

Pessoas com transtorno bipolar alternam momentos de extrema euforia e de profunda depressão. A ginástica obsessiva compunha um quadro em que também estavam presentes comportamentos autodestrutivos e rompantes de violência.

O inferno pessoal de Linda só chegou ao fim quando ela teve a doença diagnosticada e começou seu tratamento.

A atriz atribui ao distúrbio bipolar o fim de seus dois casamentos, um deles com o diretor James Cameron. Hoje, aos 51 anos, mãe de dois filhos e vivendo, na Califórnia, ela não tem mais os músculos de Sarah Connor. Mas desenvolveu um tipo diferente de força, que a motivou a falar publicamente de sua doença. "Estou bem agora. Mas foram vinte anos de luta e sofrimento para chegar até aqui”.


Por que a senhora resolveu falar publicamente sobre a sua doença?


Linda – Passei vinte anos da minha vida lutando contra uma doença que eu simplesmente não conseguia entender. Foram muitos diagnósticos errados até chegar à recuperação. Passou a ser muito importante para mim dividir – não a tristeza, o choque e o mal-estar em que estive mergulhada boa parte da minha vida –, mas o lado bom do tratamento, que é encontrar o equilíbrio. Achei que podia salvar as pessoas que como eu sofrem de doenças mentais.

A senhora usa remédios?

Linda – Uso, mas por muito tempo resisti à medicação. Tinha muito medo do que a química poderia causar no meu processo criativo. Achava que ela comprometeria minha profissão e que eu me sentiria inexpressiva e diminuída como pessoa. O que aconteceu foi o oposto. É claro que não foi fácil, no começo, tomar o comprimido todos os dias. Mas hoje vejo que a minha vida mudou completamente. E continua mudando. Abriu-se um incrível mundo novo para mim.

Como é saber que se depende de uma medicação para o resto da vida? Isso a incomoda?

Linda – De jeito nenhum. Inclusive porque conheço bem a alternativa: viver como eu vivi durante quase quarenta anos, no limite da loucura. Horrível seria saber que eu teria de conviver com uma doença não diagnosticada e não tratável pelo resto da minha vida. Não sei de onde tiraria forças para conseguir isso. Remédio e tratamento psicológico não são um problema para mim. São a solução.

Quantos anos a senhora tinha quando foi diagnosticada com distúrbio bipolar?

Linda – Eu tinha 37 anos. Dez anos antes, havia sido diagnosticada erradamente como depressiva, o que acontece freqüentemente com quem tem distúrbio bipolar. A diferença é que o paciente bipolar alterna períodos de euforia com outros de depressão. E a doença é tão difícil de ser diagnosticada justamente porque ninguém vai ao médico para dizer: "Doutor, eu me sinto incrível. Posso resolver todos os problemas do mundo". O problema maior do diagnóstico errado é que, quando um paciente bipolar é tratado como se fosse apenas um depressivo, ele deixa de passar por períodos de euforia. Isso complica ainda mais o quadro.

Como eram os seus episódios de euforia?

Linda – Eu basicamente não precisava dormir. Achava que tinha as melhores idéias do mundo para qualquer tipo de assunto. Que podia levantar bandeiras de campanhas impossíveis. Nesses momentos, eu era uma pessoa feliz e excitadíssima pelo fato de estar viva. Trata-se de uma grande explosão de energia, só que irreal. E permanecer nesse estado, posso garantir, não é seguro. A depressão que se segue, muitas vezes somente uma hora depois da mais completa euforia, costuma ser desesperadora. Houve momentos terríveis, como no nascimento do meu segundo filho, quando tive depressão pós-parto. Comecei a ter alucinações – vinham à minha mente imagens dos meus filhos machucados, sangrando. Achava que não poderia sair de casa ou eles ficariam em perigo. Era um controle obsessivo. Tinha de estar ao lado deles o tempo todo, como se só eu fosse capaz de mantê-los seguros. Àquela altura, já haviam passado pela minha casa mais de treze babás.

A senhora teve pensamentos suicidas?

Linda – Não exatamente, embora houvesse vezes em que eu simplesmente não quisesse mais viver. Num momento de depressão extrema, tive ímpetos de me atirar de um carro em movimento. Não necessariamente para me matar, mas para fugir de uma situação muito dolorosa.

A senhora se envolveu com álcool e drogas. As pessoas à sua volta percebiam que estava usando substâncias químicas?

Linda – Eu já sou, normalmente, uma pessoa agitada. Nos anos 80, eu me viciei em cocaína e não era todo mundo que percebia que eu estava sob efeito de drogas. Mas acho que meu problema maior foi mesmo com o abuso de álcool. Na maioria das vezes, podia beber o dia e a noite inteiros sem que ninguém percebesse que eu estava passando do limite.

É estranho que ninguém percebesse.

Linda – Talvez eles percebessem, mas o fato é que não se preocupavam. Meus amigos falharam comigo nesse aspecto. No geral, as pessoas me viam alta e me incentivavam a beber ainda mais. Mais um pouco e me inscreveriam em um concurso de bebidas. Afinal, eu era uma moça festeira. Era divertida e agitava as noites. Ninguém via isso como um problema.

Quando a senhora teve a sua primeira crise depressiva depois de tornar-se atriz?

Linda – Foi num de meus primeiros trabalhos, um seriado para a TV, em 1980. Estava fazendo um telefilme chamado Rape and Marriage (Estupro e Casamento), com Mickey Rourke. Ele era, na época, uma estrela em ascensão. O meu papel era muito difícil, havia muita tensão nas filmagens. Foi muita pressão sobre mim. Fiquei esgotada e quase pus tudo a perder.

A senhora conquistou a fama com a série O Exterminador do Futuro. No segundo filme, sua forma física chamou muito a atenção dos espectadores. Os músculos definidos eram sinal de uma boa fase pessoal?

Linda – Não mesmo. Na verdade, eu estava vivendo um período muito complicado. Interpretar aquele papel me causou um imenso desgosto pessoal. Sarah Connor, a protagonista, era alguém que havia perdido tudo: a mãe, a colega de quarto, o amante... Eu permanecia grudada na personagem e, por causa disso, entrei num estado de depressão severa. Não sabia como me proteger dos sentimentos que vinham do meu trabalho e que se misturavam à vida real. Se um ator não consegue separar uma instância da outra – e, quanto a mim, isso se devia ao distúrbio bipolar –, ele enlouquece. Há o caso de uma atriz que, depois de fazer uma cena extremamente intensa, foi acometida de cegueira histérica. O diretor do filme teve de ficar duas horas com ela no camarim para convencê-la de que podia enxergar. No meu caso, infelizmente, a depressão durou muito mais do que duas horas.

A ginástica pesada também fazia parte do quadro de distúrbio bipolar?

Linda – Na verdade, o meu lado maníaco é maravilhoso para quem me contrata. Eu me empenho a fundo em todos os papéis. Mas o que aconteceu naquela época foi que, durante a preparação para o filme, eu me tornei compulsiva em relação aos exercícios. Fazia seis horas de ginástica pesada por dia. Logo depois do filme continuei na mesma toada. Treino até hoje, mas jamais naquele nível.

Como foi a sua infância?

Linda – Foi uma infância normal até certo ponto. Perdi meu pai, que era médico, quando eu tinha 5 anos de idade, em um acidente de carro. Também não foi exatamente uma boa experiência para mim ter uma irmã gêmea idêntica. Eu tentava o tempo todo fazer coisas para me diferenciar, para criar a minha própria identidade. Exceto por esses dois fatos, tive uma infância tranqüila. Mas havia também um pouco de tristeza e solidão na minha vida. Eu me sentia diferente das outras pessoas. Já era a depressão, mas ninguém se dava conta.

Seu pai também foi diagnosticado como bipolar?

Linda – Sim, mas naquele tempo o distúrbio era chamado de psicose maníaco-depressiva. Ele tinha alterações de humor extremas. Certamente há um componente genético nessa doença. E as estatísticas mostram isso. Depois da morte do meu pai, tive meu primeiro grande episódio maníaco: eu me confortava com a comida. Tornei-me uma glutona compulsiva. Cheguei a pesar mais de 70 quilos na adolescência.

Sua irmã gêmea, Leslie, também é bipolar?

Linda – Não posso fazer esse diagnóstico, mas há muitas evidências que indicam que ela também precisa de atenção. Leslie sofre com doenças crônicas do sistema imunológico. Talvez seja uma somatização do distúrbio.

A senhora fez terapia durante vinte anos. Por que parou?

Linda – Minha vida está estável, feliz, serena. Não sinto necessidade. Arrisco dizer que me conheço muito bem. Mas, para chegar até aqui, tentei terapias de todos os tipos. Algumas foram desastrosas, inclusive por falta de experiência e disposição minha. Fui a um terapeuta, logo depois que meu primeiro filho nasceu, por indicação de uma amiga. Após três sessões, abandonei o consultório. Não consegui entender uma palavra do que aquele homem queria me dizer. Hoje, olho para trás e entendo 100% do que ele tentava me fazer ver. Ele queria dizer que cada um cria a sua própria realidade.

Como é o seu relacionamento com os pais de seus dois filhos – o ator Bruce Abbott e o diretor James Cameron?

Linda – Hoje é maravilhoso. E não falo da boca para fora. A gente só se dá bem porque trabalha muito para conseguir isso. Quando se tem filhos, não se quer vê-los assustados, arruinados, destruídos pelo seu mau comportamento. Com as crianças, a gente descobre que alguém tem de ser o adulto e não é justo pedir a elas que assumam esse papel. Nesse sentido, ter filhos foi uma bênção na minha vida. Meus ex-maridos são grandes parceiros. Embora tenhamos uma história de mágoas e abandono, as coisas para funcionar precisam de uma atitude positiva. Um dia meu filho me perguntou: "Você se divorciou do meu pai?". Ele não sabia o que tinha acontecido porque o pai dele nos deixou antes de ele nascer. Respondi que sim, e ele me disse: "Mas vocês não se divorciaram tanto assim!". Decidi que, dali em diante, esse seria o meu código: divorciar-me, mas não levar a separação assim tão longe. Esse não é um jeito bom de viver?

A senhora atribui o fim dos seus casamentos ao seu comportamento imprevisível?

Linda – Há sempre duas pessoas envolvidas em um fracasso. Meu primeiro marido, Bruce, foi um parceiro maravilhoso, companheiro, gentil, mas acho que eu o assustei com minhas crises. Quanto a James, penso que nunca deveríamos ter ficado juntos. Ambos estávamos apaixonados por Sarah Connor, a personagem de O Exterminador do Futuro, série que ele dirigiu. E isso nada tinha a ver com o James Cameron e a Linda Hamilton de carne e osso. Devo reconhecer, porém, que meu distúrbio contribuiu para o fim do casamento. Lembro que uma vez James me disse: "Eu gosto da Linda que deixo pela manhã, mas nunca tenho certeza de quem eu vou encontrar em casa à noite". Dependendo do que acontecesse durante o dia, se qualquer coisa me estressasse, eu fazia disso uma tempestade. Simplesmente não conseguia esquecer, perdoar ou me livrar do sentimento ruim. Deve ser exaustivo para uma pessoa conviver com alguém com alterações excessivas de humor. Nunca se sabe o que vem em seguida.

A senhora defende um programa de bem-estar para doentes mentais. Do que se trata?

Linda – É importante que as pessoas com doenças mentais não cuidem só da cabeça. Esses pacientes vivem, em média, de oito a vinte anos menos. É preciso encorajá-los a ter um estilo de vida mais saudável. Parte do programa de recuperação que defendo é desenhada para combater os efeitos colaterais dos remédios, com boa alimentação e exercícios físicos. Os medicamentos podem ser incrivelmente efetivos, mas também devastadores por causa dos efeitos colaterais.

A senhora se sente curada?

Linda – Eu gostaria que as pessoas com doenças mentais pudessem experimentar a vida que levo hoje. Acredito que o que conquistei não pode mais ser tirado de mim. É claro que tenho dias ruins, como todo mundo. Mas sei que mesmo os maus momentos podem ser bons, desde que se aprenda com eles. Minha infelicidade, no fim das contas, me fez uma pessoa bem melhor. O meu sucesso como atriz um dia será esquecido. Mas o sucesso que obtive como ser humano permanecerá para sempre comigo.

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Bipolares Artistas - Cineasta

foto Tiago Belotti


Tiago Belotti é um paulistano de 29 anos que mora em Brasília desde 2000. Já morou na Alemanha, Equador, Estados Unidos e na Argentina, onde começou a estudar cinema। Já dirigiu e produziu alguns curtas e o longa metragem: A Capital dos Mortos.

Tiago tem uma ousadia sem igual, a partir de um roteiro de sua própria autoria, totalmente independente, praticamente sem grana e com sua garra e ajuda de vários amigos e familiares conseguiu realizar o seu sonho, um projeto de vários anos, uma invasão de Zumbis, a produção do filme: A capital dos mortos.

Entrevista com Tiago Belotti


1. Tiago, como foi que surgiu essa idéia do filme- A Capital dos Mortos ? E como as pessoas a receberam na época ?
Eu gosto de filmes de zumbi desde criança। A idéia veio em 1999, pois foi quando comecei a brincar seriamente com uma câmera pela primeira vez। Alguns amigos acharam a idéia boa, mas ninguém a achou viável। Era um projeto fadado a ser engavetado।

2. Como foi a batalha para lançar o próprio filme e quanto tempo levou essa batalha?
Foram três anos entre pré-produção e distribuição। Foi difícil, mas felizmente havia gente tão louca quanto eu na equipe. Enfrentamos todas as dificuldades imagináveis, pois o filme é absolutamente independente, mas foi uma experiência muito produtiva, uma verdadeira escola de cinema.

3। Qual a sensação de ver o longa pronto?
É uma satisfação enorme ver o DVD prontinho na estante। Durante muito tempo eu me recusava a fechar o filme, achando que sempre tinha algum detalhe a ser arrumado। Quando fechei a edição, mesmo ciente de que o filme ainda possuía falhas, foi uma sensação muito gratificante de orgulho e dever cumprido ।

4. Como foi a pré- estréia no Cine Brasília?
A estréia foi no dia 2 de maio de 2008। O Festival Internacional de Filmes Curtíssimos fez um convite para que o filme fosse exibido ao final do primeiro dia. E foi um sucesso absoluto. O Cine Brasília estava transbordado de tão cheio. Dezenas pessoas assistiram sentadas no chão, outras dezenas em pé. De lá pra cá o filme participou de vários festivais.

5. Quais festivais que o filme já participou?
- 1º Festival Internacional de Filmes Curtíssimos – 2 de maio de 2008.
- IV Fantaspoa – 1 e 2 de agosto de 2008.
- 10º mostra londrina de cinema
- 4ª Mostra Goiana de Filmes Independentes
- IX Buenos Aires Rojo Sangre
- III Mostra Curta Fantástico de SP

6. É verdade que um dos personagens principais - o Lucas- tem transtorno bipolar e no filme fala brevemente sobre o assunto? Por que resolveu mostrar esse assunto no filme?Eu sou bipolar, e sempre me incomodei com o fato de existirem pouquíssimos personagens com esse distúrbio no cinema। A bipolaridade de Lucas é abordada tangencialmente no filme, ainda vou dirigir um longa exclusivamente sobre o assunto.

7. Como você definiria o Tiago cineasta?
Eu passo boa parte da minha vida vendo ou lendo sobre filmes. Considero-me um cineasta criativo e em constante tentativa de evolução. Absorvo muito do que vejo de bom, gosto de aprender, e ainda estou desenvolvendo minha linguagem cinematográfica. Boas idéias não me faltam, boas historias para contar eu tenho de sobra. É uma questão de tempo até que elas amadureçam e virem filmes.

8. Como as pessoas fazem para adquirir seu DVD?
Quem mora em Brasília pode comprar e/ou alugar o filme na LOC Filmes da QI 27, bloco A, loja 18 do Guará 2। O telefone é 3381 9282
Quem não mora na cidade pode adquirir o DVD pelo site. Basta mandar um e-mail पाराhttp://mail.google.com/mail/h/14hhqwa7bndtc/?v=b&cs=wh&to=dvdacapital@gmail.comcom informando o número de DVDs que deseja comprar.
Mais detalhes:

Bipolares Artistas - Músico

foto Hugo Rogério

Há muitas histórias de bipolares talentosos entre os famosos. Na literatura, por exemplo, nosso ilustre Fernando Pessoa, tinha vários pseudo nomes que assinava em suas obras.
No cinema vários cineastas como o diretor Francis Ford Coppola. Na musica Mozart .Nas artes em si, somos cercados de Artistas bipolares.
No nosso dia a dia também conseguimos identificar alguns bipolares muito talentosos. São desses Talentosos, que vou falar agora: Músico

Hugo Rogério é um brasiliense de 27 anos apaixonado por Rock. Músico desde pequeno, seu gosto pela música abrange desde teoria musical ate a vários tipos de instrumento, de percussão à corda. Sendo o contrabaixo o seu instrumento predileto atualmente.

Entrevista com o Hugo Rogério

1.Com Quantos anos você começou a tocar ?
Comecei a me interessar por musica muito cedo, com uns 6 anos de idade por musica clássica. Queria fazer piano, mas não consegui escolas acessíveis, acabei indo pro violino aos 11 anos, com 13 comecei tocar por conta própria teclado. Aos 14 larguei o violino e me dediquei somente ao teclado. Com 17 me interessei pelo contrabaixo e toco ele até hoje. Musica é minha grande paixão.

2.Você já participou de algumas bandas, qual foi a apresentação mais inesquecível ?
É a que participei e que foi mais marcante foi a Magnus Creator, era uma banda de white metal, chegamos a fazer algumas viagens। O marcou bastante foi uma viagem pra Londrina-PR tocar no primeiro Hallel de lah. Alguns shows em Goiânia, um deles foi quebrar um galho pra uma banda de prog-metal de uns amigos, uma banda que eu curto muito, um RINC em Brasília e acho que o grande marco foi participar do programa Gravado Ao Vivo pela Radio Transamérica... foi o grande reconhecimento da banda. Fora a Magnus teve minha passagem por outras bandas como Narcoze, Helloween Tribute, Fleur Noire (Arch Enemy Tribute), Die Hard (Hard Rock), 7Bahia (Banda de Axé Antigo) que marcaram bastante minha vida e teve shows memoráveis.

3.Atualmente qual seu trabalho de música ?
Atualmente estou mais em casa e estudando, estou com um trabalho autoral que estamos em fase de composição ainda, temos algumas musicas e em breve estaremos nos apresentando pelos palcos de Brasília, o projeto chama-se VISHINU. É um som heavy com pitadas de thrash metal... é uma mistura de tudo, nela faço até backing vocals, rsrs.

4.Como você definiria o Hugo e sua relação com a musica ?
Eu vejo como uma relação de amor... mesmo as vezes brigado com ela (como todo relacionamento), você ama tanto que não consegue ficar de mal com ela। Sempre há uma reconciliação. A música me entende, me completa... Dizem que bipolar/bordeline tem afinidade com as artes, bom, eu acho que sou mais um nesse meio. E música é música, pode ser um rock n' roll, um metal mais pesado, mpb, pop rock, hard... música instrumental... o estilo que for, até música sertaneja de raiz, samba de raiz... Sempre tem algo bom pra se apreciar na música (mas vamos ter coerência também né? Funk carioca não é musica né gente:S).


Se eu pudesse viver de música eu seria uma pessoa completamente feliz... mas como essa vida é bem difícil de se levar... temos nos contentar em tocar e dividir o tempo com outros afazeres, pois o retorno é baixo e incerto, mas eu admiro muito que luta e vai contudo nessa carreira। Mas eu digo, se você tem um sonho de tocar, aprender tocar algum instrumento, NÃO DESISTA! Vale a pena tentar... não só se for a música, mas qualquer outra coisa da vida, um amor, uma profissão... o que for. Sempre vale a pena tentar.Acho que isso, espero ter passado uma mensagem válida pra vocês.